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Muitas pessoas carregam problemas digestivos por anos sem nunca receberem um diagnóstico, uma resposta concreta ao que sentem.
O cenário é quase sempre o mesmo. Consultas rápidas e exames que ignoram a complexidade dos sintoma criam um vácuo entre o que o paciente sente e o que os laudos entregam, gerando uma sensação de medo, abandono e insegurança, onde a única saída parece ser o corte radical de alimentos ou o uso paliativo e muitas vezes aleatório de medicamentos, suplementos e fitoterápicos.
O Dr. Gustavo Solano parte do princípio de que todo sintoma persistente tem uma origem que merece ser investigada com critério e precisão.
Médico com residência pela Unesp de Botucatu e título de especialista em Clínica Médica e Nutrologia, o Dr. Gustavo Solano concentra sua atuação clínica, há mais de duas décadas, ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das desordens funcionais intestinais e dos distúrbios da digestão. São mais de 17.000 pacientes atendidos, incluindo casos complexos com condições sobrepostas e histórico de múltiplas investigações anteriores sem diagnóstico conclusivo.
Não por acaso, o Dr. Solano convive com distúrbios digestivos crônicos desde a adolescência, e essa vivência pessoal influencia diretamente a forma como conduz cada consulta e a atenção que dedica ao que frequentemente passa despercebido nas avaliações convencionais.
Os principais sinais e sintomas são estufamento abdominal, excesso de gases, arrotos recorrentes, diarreia, intestino preso ou alternância entre os dois, dor ou desconforto abdominal sem padrão definido, sensação de estômago cheio, refluxo, azia, náuseas, sensação de evacuação incompleta, presença de sangue ou muco nas fezes.
O intestino tem conexão direta com o funcionamento do organismo como um todo, e muitos sinais e sintomas de problemas digestivos podem se manifestar além do abdome.
Os mais frequentes são cansaço persistente que não melhora com repouso, névoa mental, dificuldade de concentração, dores de cabeça recorrentes, lesões de pele, vermelhidão, deficiências de ferro, vitamina B12 e outras vitaminas e minerais, anemia que não se resolve, coração acelerado e perda de peso sem causa aparente.
O intestino delgado é, em condições normais, uma região com densidade bacteriana bastante baixa.
Quando bactérias passam a habitar essa região em quantidade excessiva e/ou composição desequilibrada, temos o supercrescimento bacteriano do intestino delgado, condição conhecida pela sigla SIBO.
Essas bactérias fermentam carboidratos produzindo gás hidrogênio em excesso, gerando diversos sintomas e comprometendo o processo digestivo.
O SIBO quase sempre tem uma causa subjacente que precisa ser identificada.
Hipocloridria, motilidade intestinal reduzida, alterações anatômicas do trato digestivo, uso prolongado de inibidores da bomba de prótons e infecções gastrointestinais anteriores estão entre as mais frequentes.
A Síndrome do Intestino Irritável também aparece associada ao SIBO em uma proporção expressiva dos casos.
O estufamento é uma das queixas mais comuns e vai acentuando-se ao longo do dia.
O abdome pode chegar no final da tarde tão distendido que o desconforto é enorme.
Excesso de gases é frequente.
Dor ou desconforto abdominal surgem e desaparecem sem padrão claro.
O intestino tende a ser mais solto, porém, pode oscilar entre preso e solto.
Em quadros mais prolongados, as deficiências nutricionais começam a aparecer nos exames.
O IMO é uma condição distinta do SIBO, tanto do ponto de vista dos microrganismos envolvidos quanto do padrão clínico que provoca.
Aqui, o excesso não é de bactérias, mas de arquéias, organismos que pertencem a um domínio biológico completamente diferente e que se comportam de forma diferente frente ao tratamento.
A arquéia predominante nesse quadro é a Methanobrevibacter smithii. Ela utiliza o hidrogênio produzido pelas bactérias intestinais para produzir gás metano.
Esse gás age sobre o sistema nervoso entérico de forma direta, desacelerando o trânsito intestinal e levando à constipação crônica, sintoma central do IMO.
O American College of Gastroenterology reconhece o IMO como condição independente, com critérios diagnósticos e abordagem terapêutica próprios.
Os mesmos fatores que predispõem ao SIBO também abrem caminho para o IMO, já que as arquéias dependem do hidrogênio bacteriano como fonte de energia.
As duas condições podem coexistir no mesmo paciente, o que reforça a necessidade de um exame que meça ambos os gases simultaneamente.
Constipação que resiste a laxantes, fibras e aumento de ingestão hídrica. Estufamento intenso que não melhora. Sensação de evacuação incompleta e abdome distendido praticamente durante todo o dia.
Esse é o perfil mais comum de quem chega ao consultório com IMO, geralmente, depois de muito tempo tentando resolver o problema com outras medidas mais convencionais.
O diagnóstico é feito pelo Teste Respiratório do Hidrogênio Expirado.
O tratamento costuma exigir uma combinação antimicrobiana para arquéias, diagnóstico da causa raiz, ajustes no terreno intestinal, correção de deficiências nutricionais e atenção especial à motilidade intestinal.
Sem diagnóstico correto, o tratamento acaba sendo ineficiente.
O SIFO é caracterizado pelo crescimento excessivo de fungos no intestino delgado, com predominância de espécies do gênero Candida.
O quadro clínico se parece bastante ao do SIBO, com estufamento, gases, diarreia e desconforto abdominal, o que torna a diferenciação sem investigação adequada muito difícil.
A condição aparece com maior frequência em pacientes imunossuprimidos ou naqueles com histórico de uso prolongado de antibióticos.
Merece atenção especial nos casos em que o paciente foi tratado para SIBO, obteve melhora parcial e volta a apresentar recidivas frequentes ou resposta inesperada ao tratamento.
Nesses casos, a coexistência do SIBO e SIFO deve ser considerada.
A microbiota intestinal é um ecossistema formado por trilhões de microrganismos que, em equilíbrio, participam da digestão, da regulação imunológica, da produção de vitaminas e neurotransmissores e da integridade da barreira intestinal.
A disbiose ocorre quando esse equilíbrio se perde, seja pela redução da diversidade microbiana, pela predominância de espécies potencialmente prejudiciais ou pela alteração funcional do ecossistema como um todo.
Não existe um padrão universal de microbiota saudável.
A composição varia entre pessoas, ao longo do tempo e conforme o contexto clínico de cada um.
O diagnóstico da disbiose é, portanto, um processo clínico integrado e não depende de um único exame.
Sensação persistente de má digestão, estufamento, excesso de gases, queda da imunidade, cansaço sem explicação e oscilações de humor estão entre as manifestações mais frequentes.
A disbiose raramente aparece sozinha. Na maior parte dos casos está associada a outras condições digestivas, podendo ser tanto causa quanto consequência.
A constipação crônica define-se pela combinação de evacuações infrequentes, fezes endurecidas, esforço para evacuar e sensação persistente de esvaziamento incompleto.
Quando esse quadro se mantém por mais de seis meses, o impacto na qualidade de vida é significativo e a investigação da causa se torna indispensável.
A Síndrome do Intestino Irritável é classificada como um distúrbio funcional da interação intestino-cérebro e diagnosticada com base nos Critérios de Roma IV.
O que a define é a presença de dor abdominal recorrente associada a alterações no hábito intestinal, sem que exames laboratoriais ou de imagem revelem lesão orgânica ou estrutural.
A base fisiopatológica envolve hipersensibilidade visceral, alterações na motilidade intestinal, desequilíbrio da microbiota e desregulação do eixo que conecta intestino e sistema nervoso central.
Infecções gastrointestinais anteriores, fatores emocionais e alterações imunológicas da mucosa participam do quadro em proporções que variam de um paciente para outro.
O intestino prende, solta, dói, melhora e piora, às vezes tudo no mesmo dia. Com o tempo, a rotina começa a ser organizada em torno da imprevisibilidade intestinal.
O desconforto costuma melhorar após evacuar e se intensificar em períodos de estresse ou após determinadas refeições.
A SII pode ser a causa base para o desenvolvimento do SIBO, IMO e disbiose, condições que apresentam sintomas semelhantes.
Em pacientes que não respondem adequadamente ao tratamento convencional da SII, investigar a presença de supercrescimento bacteriano e IMO é um passo que frequentemente define o diagnóstico real do caso.
A histamina é uma amina biogênica presente em vários alimentos e também produzida internamente pelo organismo.
Em condições normais, ela é degradada no intestino pela enzima diaminooxidase, conhecida como DAO.
Quando essa capacidade de degradação está reduzida, a histamina se acumula e provoca uma série de sintomas que frequentemente não são associados à alimentação.
Dor de cabeça frequente, vermelhidão na pele, coceira, nariz entupido, coração acelerado e desconforto digestivo sem padrão definido.
Em boa parte dos casos, cada um desses sintomas é avaliado de forma isolada por especialidades diferentes, sem a integração necessária.
A intolerância à histamina continua sendo uma das condições digestivas mais subdiagnosticadas.
A investigação exige avaliação clínica detalhada, exames específicos e teste terapêutico controlado.
A conduta inclui a exclusão dos alimentos com maior carga histamínica, reposição da enzima DAO quando indicada e investigação das condições associadas, como disbiose e SIBO, que comprometem a atividade enzimática.
A intolerância à lactose decorre da produção insuficiente de lactase, a enzima que digere o açúcar do leite no intestino delgado.
Quando a lactose não é adequadamente processada, ela chega ao intestino grosso e é fermentada pelas bactérias do cólon, gerando gases, estufamento e diarreia.
A intensidade dos sintomas varia conforme o grau de deficiência enzimática e a quantidade ingerida.
Parte dos pacientes consegue tolerar pequenas quantidades de lactose sem apresentar sintomas significativos.
O diagnóstico pode ser realizado por exame de sangue ou pelo Teste Respiratório do Hidrogênio Expirado com substrato de lactose, sendo este considerado o método de referência ambulatorial.
Um detalhe importante: na presença do SIBO, a lactose pode ser fermentada precocemente no intestino delgado, gerando resultados que simulam intolerância. Por essa razão, afastar o SIBO antes do exame de intolerância torna o resultado muito mais confiável.
A intolerância à frutose acontece quando a capacidade absortiva do intestino delgado para esse açúcar é insuficiente.
A frutose não absorvida segue para o cólon, onde sofre fermentação bacteriana com produção de gases e sintomas digestivos.
Ao contrário da intolerância à lactose, que envolve deficiência de uma enzima específica, a intolerância à frutose está relacionada a uma limitação na capacidade de transporte desse açúcar, que varia de pessoa para pessoa e é influenciada pela composição da refeição como um todo.
O diagnóstico segue o mesmo princípio do exame para lactose, com substrato específico de frutose.
Com a causa identificada, o manejo alimentar passa a ter um direcionamento real, em vez de restrições feitas às cegas.
A dispepsia funcional é uma condição gastrointestinal funcional bem comum na prática clínica, classificada também pelos Critérios de Roma IV.
O paciente refere desconforto persistente na região do estômago, sensação de estômago cheio logo nas primeiras garfadas, saciedade precoce e náuseas que aparecem sem um gatilho claro.
Os exames endoscópicos e de imagem não mostram alterações estruturais que justifiquem os sintomas.
Os mecanismos envolvidos incluem hipersensibilidade visceral, dismotilidade gástrica e hipocloridria em parte dos casos.
A abordagem eficaz passa pela investigação do ambiente gástrico e do terreno digestivo como um todo, não apenas pelo controle pontual dos sintomas.
A Doença do Refluxo Gastroesofágico ocorre quando o conteúdo do estômago retorna ao esôfago de forma recorrente, provocando azia, queimação retroesternal e, em alguns pacientes, manifestações atípicas como tosse persistente, rouquidão e sensação de algo preso na garganta.
Na maioria dos atendimentos, o tratamento se restringe à supressão da acidez com inibidores de bomba de prótons, sem investigar o mecanismo que originou o quadro.
Hipocloridria, SIBO, dismotilidade esofágica e esofagite eosinofílica são condições que podem se apresentar com sintomas semelhantes ao refluxo clássico e que respondem a abordagens completamente diferentes.
Vale destacar que o uso prolongado de inibidores de bomba de prótons, ao reduzir a acidez gástrica, pode criar condições favoráveis ao supercrescimento bacteriano no intestino delgado, perpetuando e ampliando o conjunto de sintomas digestivos do paciente.
A Helicobacter pylori é uma bactéria gram-negativa que coloniza a mucosa gástrica e permanece sem provocar sintomas evidentes na maior parte dos infectados por anos.
Quando a infecção se manifesta clinicamente, pode causar gastrite ativa, úlcera péptica, dispepsia e, em situações sem tratamento, alterações que precedem o desenvolvimento de câncer gástrico.
A OMS classifica o H. pylori como carcinogênio de classe I.
Os consensos mais recentes, incluindo o ACG 2024 e o V Consenso Brasileiro de 2025, indicam a erradicação para a maioria dos pacientes com diagnóstico confirmado, independentemente da presença ou não de sintomas.
Eliminar a bactéria é necessário, mas não encerra o tratamento.
O H. pylori compromete as células responsáveis pela produção de ácido gástrico, e essa disfunção pode persistir mesmo após a erradicação bem-sucedida.
Os antibióticos utilizados no esquema de erradicação afetam a microbiota intestinal.
Deficiências de vitamina B12, ferro e zinco acumuladas durante anos de infecção ativa precisam ser avaliadas e corrigidas.
Cuidar dessas consequências com o mesmo rigor dedicado à erradicação é parte indispensável de um tratamento bem conduzido.
A gastrite é a inflamação da mucosa do estômago, podendo se apresentar de forma aguda ou evoluir para um quadro crônico.
Infecção por H. pylori, uso continuado de anti-inflamatórios não esteroides e consumo excessivo de álcool estão entre as causas mais frequentes.
A gastrite atrófica, forma crônica que leva à destruição progressiva das células secretoras da mucosa gástrica, compromete tanto a produção de ácido clorídrico quanto a do fator intrínseco, substância necessária para a absorção adequada de vitamina B12.
Essa cadeia de consequências é frequentemente subestimada e tratada de forma incompleta.
O tratamento eficaz da gastrite começa pelo diagnóstico da causa.
A abordagem nutrológica inclui suporte à recuperação da mucosa gástrica, correção das deficiências nutricionais associadas e manejo das condições que contribuíram para o desenvolvimento do quadro.
A primeira consulta (Caso Novo) com o Dr. Gustavo Solano é dividida em duas etapas:
Uma pré-consulta online seguida da consulta, que pode ser presencial ou por telemedicina.
A pré-consulta acontece diretamente com o Dr. Gustavo Solano, por videochamada.
É uma conversa longa e sem pressa, dedicada a entender a história completa de quem está do outro lado. Uma anamnese criteriosa, onde o Dr. obterá as informações necessárias para dar início ao seu trabalho.
Essa etapa permite organizar o raciocínio clínico inicial de cada caso antes de qualquer solicitação de exame.
Após a pré-consulta, o Dr. enviará uma solicitação completa dos exames necessários para a investigação de cada situação.
Não existe uma lista padrão enviada para todos os pacientes. O que orienta a escolha dos exames é o raciocínio clínico desenvolvido em cada caso.
Quando a consulta, segunda etapa, for presencial, é realizada pelo Dr. Gustavo Solano avaliação clínica, física e nutrológica, junto à análise integrada dos exames laboratoriais, funcionais e de imagem disponíveis.
A partir daí, define-se o plano de tratamento médico e nutricional inicial.
A abordagem é médica, nutricional e comportamental, construída de forma totalmente individualizada para cada condição e objetivo.
Avaliações registradas espontaneamente por pacientes em plataforma pública, sem interferência da equipe médica.
EXCELENTE
Com base em 68 avaliações
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Arthur LimaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Gostei muito do atendimento e profissionalismo da Clínica Solano. A Beatriz me recebeu muito bem e o Dr Gustavo Solano me atendeu de uma forma que nenhum outro médico fez. Ele procurou explicar de forma bem simples o que eu tinha e me deixou bem seguro quanto ao tratamento para seguir. Já tinha ido em vários outros médicos e não tinha obtido uma consulta com esse nível de profissionalismo. Recomendo e indicoPublicado em Google![]()
Janaina CerriTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Boa tarde! Iniciei meu tratamento com o Dr.Gustavo Solano dia 05 de Dezembro/25, fiz uma cirurgia muito grande de intestino há 10 anos atrás, e de lá pra cá tenho tido muita diarreia, distensão abdominal, indigestão, e ganho de peso. Procurei o Dr.Gustavo buscando perda de peso, mas tendo todas essas disfunções gastrointestinais acima, e ele me solicitou vários exames, inclusive os exame que ele faz no próprio Consultório dele. O resultado foi síndrome do intestino irritável. Iniciamos o tratamento medicamentoso junto com mudanças na minha alimentação. Hoje completa 2 meses e 11 dias de tratamento, e já tive uma melhora muito grande na minha função gastrointestinal, e também uma perda de peso que era meu principal objetivo. Eu ouvi de vários outros médicos que não tinha tratamento, que era pra eu me acostumar, mas tem tratamento sim, e temos muita melhora da função do nosso intestino, que eu acredito que seja o ponto chave, para o restante do corpo funcionar bem.Publicado em Google![]()
Graziela SaranTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Estou em tratamento c o Dr Gustavo e graças a ele estou conseguindo comer sem estufar e meu intestino voltou a funcionar normalmente. Indico de olhos fechados.Publicado em Google![]()
AndersonTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
O Dr. Gustavo tem me ajudado bastante a tratar e lidar com meus sintomas de disbiose intestinal e SIBO. Me consultei com ele em Ribeirão Preto e, à princípio, foi realizado um diagnóstico preciso e, depois, um plano terapêutico com medicamentos, suplementação e dieta. Tenho visto resultados positivos e estou otimista com tratamento! Além disso, aprecio muito a atenção que o doutor tem dado às minhas queixas e duvidas.Publicado em Google![]()
Julie StosTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Gostamos muito do atendimento.Publicado em Google![]()
Cristina Ferracioli PeraroTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Simplesmente Maravilhoso Há 2 anos eu sofria com a síndrome do intestino irritável, abdômen sempre inchado, desconforto e dores todos os dias. Tentei vários remédios e tratamentos e nada dava certo. Decidi tentar o tratamento com o Dr Gustavo Solano e simplesmente foi o melhor investimento da minha vida! Em menos de 3 meses eu já não sentia mas os desconfortos e dores… hoje tenho uma vida muito mais saudável, emagreci e consigo controlar meus sintomas com a ajuda e orientações do Dr Solano Só tenho a agradecer 🙌🙌Publicado em Google![]()
Flávia GraveTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Ótimo profissionalPublicado em Google![]()
Flavio MiuraTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Gostaria de expressar minha sincera gratidão e admiração pelo excelente atendimento prestado pelo Dr. Solano. Desde a primeira consulta, demonstrou não apenas profundo conhecimento e competência médica, mas também uma atenção humana e acolhedora que fez toda a diferença. Sua escuta atenta, paciência para esclarecer dúvidas e o cuidado em cada detalhe transmitiram segurança e confiança. Profissionais como o Dr. Solano fazem toda a diferença na vida dos pacientes. Muito obrigado por toda dedicação e profissionalismo!Publicado em Google![]()
Edna FioreTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Achei o atendimento excelente. Beatriz, assistente do Dr Solano é super atenciosa, atendimento nota 10! Dr. Solano igualmente atencioso, tem uma "escuta"aberta, super didático, um profissional que faz um atendimento de forma integral. Primeira consulta sai encantada. Pretendo seguir o tratamento, me passou muita confiança!Publicado em Google![]()
Flávia dos SantosTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
O Programa +Digestão do Dr. Gustavo Solano é fantástico, já tinha procurado diversos profissionais e tratamentos e não melhorava foi quando comecei a ser atendida pelo Dr. Solano que voltei a ter qualidade de vida. Diagnóstico certo, medicação certa, dieta adequada e o melhor um atendimento profissional excepcional com olha humanizado para o paciente, sempre preocupado e atendo ao tratamento individualizado. Super recomendo. Muito obrigadoCertificado: TrustindexO selo verificado do Trustindex é o Símbolo Universal de Confiança. Apenas as melhores empresas podem obter o selo verificado que tem uma pontuação de avaliação acima de 4.5, com base nas avaliações dos clientes nos últimos 12 meses. Leia mais
Problemas digestivos crônicos raramente se resolvem em uma consulta isolada.
Na grande maioria dos casos, o que o paciente precisa é de acompanhamento médico próximo, com ajustes periodizados ao longo do tempo, exames sendo interpretados dentro de uma evolução clínica e não de forma pontual.
O Programa Mais Digestão foi desenvolvido para esse perfil de paciente.
É um modelo de tratamento e acompanhamento intensivo, com duração que varia de 60 a 120 dias conforme a complexidade de cada caso. O programa inclui pré-consulta online com o Dr. Gustavo Solano, consultas presenciais ou por telemedicina com periodicidade definida pela evolução de cada caso, realização dos testes respiratórios na própria Clínica Solano quando indicados, suporte online direto com o Dr. entre as consultas, para esclarecimento de dúvidas, ajustes e refino no tratamento e checagem e solicitação de exames, além de materiais de apoio elaborados para cada situação clínica.
Medicina é uma ciência de probabilidades.
Formação, experiência e uma história que faz diferença:
Sim. O Dr. Gustavo Solano realiza atendimentos por telemedicina para todo o Brasil e exterior.
Não. O atendimento é particular.
Sim. A Clínica Solano conta com dois equipamentos para realização do exame. O Alacer H2X mede os níveis de hidrogênio no ar expirado, enquanto o Lactotracker EX CH4 realiza a medição simultânea de hidrogênio e metano. Mais informações na página do Teste Respiratório do Hidrogênio Expirado.
Não. Qualquer paciente pode agendar diretamente, com ou sem encaminhamento.
Sim. Presencialmente ou por telemedicina. Entre em contato para verificar a melhor opção para cada situação.
As desordens funcionais intestinais e os distúrbios da digestão exigem, na maioria dos casos, acompanhamento médico regular e muitas vezes por um período mais longo. A periodicidade e a duração do acompanhamento são definidas após a primeira avaliação.
Sim. O Dr. Solano é médico com título de especialista em Clínica Médica e Nutrologia e prescreve medicamentos conforme a necessidade e indicação de cada caso.
Sim. Na maioria das situações, exames laboratoriais são parte necessária da investigação diagnóstica e do acompanhamento do tratamento.
Sim. Exames anteriores contribuem para uma avaliação mais completa e evitam repetições desnecessárias.
Sim. Quando o caso exige, trabalhamos de forma integrada com outros médicos e profissionais de saúde.
Não. O tratamento de distúrbios digestivos crônicos costuma envolver múltiplas frentes: farmacoterapia quando indicada, suplementação, orientação alimentar e mudanças comportamentais, cada uma com seu papel dentro do plano individualizado.
O SIBO é o supercrescimento bacteriano no intestino delgado, bactérias em excesso que fermentam carboidratos e produzem hidrogênio. O IMO é o supercrescimento de arqueias, microrganismos que produzem gás metano. A diferença prática mais clara é que o SIBO tende a causar diarreia ou alternância do hábito intestinal, enquanto o IMO tende a causar constipação crônica. O diagnóstico de cada um é feito pelo teste respiratório do hidrogênio e metano expirado.
Em parte dos casos sim, principalmente quando a causa de base é reversível e pode ser corrigida de forma definitiva. Na maioria das vezes, porém, as causas de base do SIBO e de outras desordens fermentativas são condições crônicas que não têm cura, mas que têm controle quando diagnosticadas e manejadas adequadamente. O acompanhamento médico regular faz parte do processo em qualquer cenário.
Em parte dos casos sim, principalmente quando a causa de base é reversível e pode ser corrigida de forma definitiva. Na maioria das vezes, porém, as causas de base do SIBO e de outras desordens fermentativas são condições crônicas que não têm cura, mas que têm controle quando diagnosticadas e manejadas adequadamente. O acompanhamento médico regular faz parte do processo em qualquer cenário.
A síndrome do intestino irritável é uma condição funcional com diagnóstico baseado em critérios clínicos, dor abdominal recorrente associada a alterações no hábito intestinal sem lesão orgânica identificada. O SIBO é uma condição com causa microbiana definida e diagnóstico pelo teste respiratório do hidrogênio expirado. As duas condições coexistem com frequência e a SII pode funcionar como causa de base que favorece o desenvolvimento do SIBO.
Depende da causa. O estufamento diário e persistente, que piora ao longo do dia e melhora com o jejum, sugere fermentação excessiva no intestino, causada por exemplo pelo SIBO, IMO, SIFO ou outras condições. Identificar a causa correta é o que permite um tratamento direcionado e resultado duradouro.
O excesso de gases nem sempre está relacionado à quantidade de comida ingerida. Em pessoas com supercrescimento bacteriano ou metanogênico, determinados alimentos, mesmo em pequenas quantidades, servem de substrato para bactérias e arqueias em excesso no intestino delgado, intensificando a fermentação e a produção de gases. Inclusive, alimentos saudáveis como determinadas frutas, legumes e leguminosas, por serem ricas em carboidratos fermentáveis, costumam ser os principais gatilhos, mesmo quando consumidos em porções pequenas.
A constipação crônica resistente a fibras, água e laxantes tem causas específicas que precisam ser investigadas. O IMO é uma das mais frequentes e das menos diagnosticadas, pois o gás metano produzido pelas arqueias causa importante lentidão do trânsito intestinal. Síndrome do intestino irritável com predomínio de constipação e alterações primarias da motilidade intestinal também entram nessa lista.
Tem. A disbiose é um desequilíbrio da microbiota intestinal que responde ao tratamento, quando as condições geradoras são identificadas e abordadas. Não existe um tratamento único, sendo a conduta sempre individualizada e geralmente envolvendo abordagem médica, estratégias nutricionais e correção de deficiências associadas.
São condições diferentes, mas que podem coexistir. A disbiose é um desequilíbrio da microbiota intestinal caracterizada pela redução da diversidade de microrganismos ou pela proliferação de bactérias potencialmente prejudiciais em relação às benéficas, ou ambos ao mesmo tempo. O SIBO é o crescimento excessivo de bactérias no intestino delgado, região que naturalmente tem baixa densidade bacteriana. Vale destacar que no SIBO as bactérias em excesso podem ser tanto benéficas quanto prejudiciais, o que importa é que estão no lugar errado e em quantidade além do normal. O diagnóstico da disbiose é clínico e integrado. O SIBO é confirmado pelo teste respiratório do hidrogênio e metano expirado. Um paciente pode ter disbiose sem SIBO, mas o SIBO quase sempre existe dentro de um contexto de desequilíbrio mais amplo da microbiota.
Sim. Os dois podem coexistir no mesmo paciente, o que torna o diagnóstico mais complexo e o tratamento mais amplo e criterioso. O teste respiratório que mede hidrogênio e metano simultaneamente é o que permite diagnosticar essas duas condições.
Tem. As opções terapêuticas para a síndrome do intestino irritável estão cada vez mais amplas, envolvendo abordagem medicamentosa, nutricional e comportamental. A SII apresenta subtipos bem definidos e particularidades que precisam ser identificadas com clareza, porque o tratamento mais assertivo leva em consideração exatamente essas diferenças.
Além disso, boa parte dos pacientes com SII apresenta SIBO, IMO ou SIFO associados, condições que perpetuam os sintomas da síndrome. Quando essas condições são identificadas e tratadas adequadamente, o quadro de intestino irritável tende a apresentar melhora importante e os resultados do tratamento se tornam bem mais expressivos.
Os sintomas se parecem muito, estufamento, gases e diarreia após consumo de laticínios estão presentes nos dois casos. A diferenciação é feita pelo teste respiratório do hidrogênio expirado, mas com substratos diferentes. O SIBO é investigado com substrato de lactulose ou glicose. A intolerância à lactose é investigada com o mesmo equipamento, mas com substrato de lactose.
A recomendação é sempre investigar e tratar o SIBO primeiro. Na presença do supercrescimento bacteriano, o teste de lactose pode gerar resultado equivocado, comprometendo a confiabilidade do diagnóstico. Com o SIBO controlado, a investigação da intolerância à lactose passa a ser feita no momento oportuno e com muito mais precisão.
A gastrite atrófica, que compromete a produção de ácido gástrico, pode favorecer o supercrescimento bacteriano no intestino delgado. A acidez gástrica é uma das barreiras naturais contra o excesso de microrganismos e, quando reduzida, o ambiente se torna mais favorável ao SIBO. Essa conexão é importante e frequentemente subestimada na investigação de sintomas digestivos persistentes.
Pode. A infecção por H. pylori compromete as células responsáveis pela produção de ácido gástrico, favorecendo condições como hipocloridria e SIBO. Além disso, quando não tratada adequadamente, pode evoluir para úlcera péptica e, em alguns casos, aumentar o risco de câncer gástrico, razão pela qual a OMS classifica o H. pylori como carcinogênio de classe I.
Os antibióticos usados na erradicação também afetam a microbiota intestinal de forma relevante. Depois da erradicação, deficiências de vitamina B12, ferro e zinco acumuladas durante anos de infecção ativa precisam ser avaliadas e corrigidas. Cuidar dessas consequências com o mesmo rigor dedicado à erradicação faz parte de um tratamento bem conduzido.
Podem compartilhar a mesma origem. A redução da acidez gástrica favorece tanto o refluxo quanto o supercrescimento bacteriano no intestino delgado. O uso prolongado de inibidores da bomba de prótons, frequentemente prescrito para o refluxo, reduz ainda mais essa acidez, o que pode perpetuar ou agravar o SIBO. Avaliar essa relação faz parte de uma investigação completa.
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